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sábado, 16 de agosto de 2014

O Des. Sustentável e a "Química Verde"

Correlações com a Ecofilosofia




No ano de 1992 houve uma reunião com 179 chefes de Estado, no Rio de Janeiro, (ECO-92) onde foi elaborada a Agenda 21. Nesse documento os países se comprometiam a prezar pelo chamado de desenvolvimento sustentável.

Esse termo foi citado pela primeira vez em 1983, na Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, criada pela ONU, e se refere ao desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem esgotar os recursos para as futuras gerações.

Vinte anos depois da criação da Agenda 21, que avanços foram atingidos? Será que os países estão conseguindo cumprir suas metas? Que novas alternativas podem ser dadas para diminuir o impacto ambiental sobre o meio ambiente causado pelo avanço da tecnologia? Que mudanças precisam ser feitas? E os aspectos econômicos e sociais envolvidos?

Para responder a essas e outras questões e em comemoração aos vinte anos da ECO-92, realiza-se a Rio+20, uma Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, na cidade do Rio de Janeiro. Os dois temas principais abordados nessa Conferência são:

• A economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza; e
• A estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável.

Em geral, a Química é vista como estando contra a economia verde. A maioria das pessoas pensa assim porque as atividades produtivas nas indústrias químicas e nos laboratórios podem envolver riscos e ser potenciais causadoras de poluição, diante das substâncias tóxicas e/ou inflamáveis com que se trabalha e em decorrência dos resíduos que precisam ser tratados antes de serem enviados para estações de tratamento, reciclagem, reutilização ou incineração.

É verdade que a Química, como qualquer outra ciência, pode prejudicar o meio ambiente. Mas isso ocorre somente se ela for usada de forma errada, sem conhecimento e em excesso. Além disso, na verdade, ela pode contribuir para criar novos meios de se conseguir o avanços tecnológicos agredindo cada vez menos o meio ambiente. Os químicos estão cada vez mais interessados em procurar estabelecer normas e princípios para implementar processos químicos mais “limpos”. É nesse contexto que surge a Química Verde, ou Química Limpa, que pode ser definida da seguinte forma:


A Química Verde, então, é também uma filosofia, sendo que seus 12 princípios básicos são os seguintes:

1. Evitar a produção de resíduos;
2. Economia dos átomos, maximizando a incorporação de todos os materiais de partida no produto final;
3. Síntese de produtos menos perigosos;
4. Desenho de produtos seguros;
5. Uso de solventes e auxiliares mais seguros;
6. Busca pela eficiência de energia;
7. Uso de fontes renováveis de matéria-prima;
8. Evitar a formação de derivados;
9. Usar reagentes catalíticos no lugar de reagentes estequiométricos;
10. Desenhar os produtos para que se degradem com facilidade;
11. Análise em tempo real para a prevenção da poluição;
12. Química intrinsecamente segura para a prevenção de acidentes químicos.


Os conhecimentos gerados na Química Verde podem ajudar a sociedade a adquirir a necessária mudança de hábitos e comportamentos, pois pode promover o esclarecimento de como certos produtos e atitudes oferecem mais riscos à natureza do que outros.

Para se conseguir a segurança do ambiente é preciso esforços concentrados de todo o planeta, pois este é um problema global. É importante que todos, pelo menos, considerem a "filosofia da Química Verde", pois cada vez que conseguimos cumprir alguns de seus quesitos estamos caminhando para a utilização mais consciente dos recursos do planeta e para a manutenção da vida. Só o uso adequado da química poderá contribuir para mitigar a fome e melhorar, efetivamente, a qualidade de vida e o conforto das populações.


Fonte Original: alunosonline
Texto por: Jennifer Rocha Vargas Fogaça


quinta-feira, 17 de julho de 2014

Sociologia das aberrações




Iniciamos essa breve reflexão com a seguinte pergunta, para a qual ainda voltaremos mais ao final do texto: há como não nos quedarmos atormentados diante das múltiplas questões insanas deste nosso tempo “pós-moderno”? Haveremos de reconhecer que, na atualidade, para onde quer que olhemos, predomina o absurdo no que tange a entendimentos sobre a vida e o que significa ser humano.

Sendo assim, como conceber que de toda a gigantesca vastidão do cosmos, a parte iluminada que podemos enxergar, corresponde a tão somente 4% do todo real? De onde provem e o que vem a ser essa enormidade absurda de “energia escura” que nos perfaz, mas que, curiosamente, nossos sentidos e nem mesmo os mais refinados equipamentos astronômicos são capazes de perceber?

Disso, por extensão, pergunta-se: que diabos significa essa tese provável, para piorar as coisas, de que, na verdade, nós não estamos em um só universo, mas sim, num infinito labiríntico multiverso? Caramba, se já enxergamos tão pouco do próprio lugar onde estamos, que dizer destes “diabólicos” universos paralelos??

Aí, para quase que nos enlouquecer de vez diante desta incessante crescente complexidade de cenários, nos vemos, ademais, chocados com esta questão crucial: onde o sentido da vida nisso tudo, na medida em que sequer podemos ter uma realidade concreta, porque também já colocada em cheque pela simulation hypothesis?

E diante deste espantoso quebra-cabeças, que raio significa dizer que nós temos consciência, quando, segundo as mais recentes teorias bioquímicas e neuropsicológicas, o dito fenômeno, realmente, não seria mais do que resultado de impulsos físico-químicos evolucionários, muito provavelmente, pré-computados por multifunções quântico-dimensionais?

Sobra-nos pois algum espaço, através destas bizarras perspectivas “pós-modernas”, para qualquer real possibilidade dum livre-arbítrio em nível pessoal? Como encararmos este importantíssimo conceito da liberdade humana, quando, em verdade, cada vez mais tudo nos vem a reforçar essa ótica de infinitas causalidades holo-fractais?

Amarrando-se então as descobertas, forçam-se ainda mais duras interrogações: e se parece mesmo não termos uma realidade concreta, tampouco uma qualquer mísera gota de liberdade efetiva diante deste monstruoso e fantasmagórico multiverso, onde haveria lugar para a figura dum qualquer Deus Supremo? Não seria muito mais provável, assim, que fossem dois, três ou mesmo vários deles a disputar pelas múltiplas forças que movem os mundos para lá e para cá?

E que tal, se de fato, não estivéssemos mesmo sob controle de uma super-mega civilização alienígena a nos assistir neste simulacro de real? Mas aí, viveríamos então para quê; qual o propósito de existirmos? Seria com o fim de evoluir nossas “almas” no sentido de uma libertação – um como que despertar espiritual para esta ultra dimensão dos seres superiores?

Finalmente, pela bisonha visão deste atual quadro, que muito mesmo se parece com um estranhíssimo experimento social “meta-mundi”, talvez não nos restaria qualquer saída. Qual seria o plano da evolução neste contexto? Caberíamos ainda, de algum modo, uma qualquer lógica transcendental perante esse nosso mui cinzento cenário hodierno? Eis que, no “fim” das contas, tudo se nos mostra como que predestinado pela sua configuração – mas será mesmo?

L. Janz, 15/07/14.




segunda-feira, 9 de junho de 2014

Usnisa Vijaya Dharani


"Context - China, first year of Yi Feng (676 AD) of the Tang Dynasty.
Content - The purpose of this sūtra is said to be to help sentient beings in a troubled and tumultuous world. According to this sūtra, beings will leave suffering and obtain happiness, increasing in their prosperity and longevity, remove karmic obstacles, eliminate disasters and calamities, remove enmity and hatred, fulfill all the wishes, and quickly be led onto the Buddha's way."





Namo Bhagavate Trailokya Prativisistaya Buddhaya
Bhagavate Tadyatha
Om, Visuddhaya Visuddhaya
Asama-sama Samantavabhasa-spharana
Gati Gahana Svabhava Visuddhe
Abhinsincatu Mam
Sugata Vara Vacana Amrta Abhisekai Maha Mantra-padai
Ahara-Ahara Ayuh Sam-dharani
Sodhaya Sodhaya Gagana Visuddhe
Usnisa Vijaya Visuddhe Sahasra-rasmi Sam-codite
Sarva Tathagata Avalokani Sat-paramita-paripurani
Sarva Tathagata Mati Dasa-bhumi Prati-sthite
Sarva Tathagata Hrdaya Adhisthanadhisthita Maha-mudre
Vajra Kaya Sam-hatana Visuddhe
Sarvavarana Apaya-durgati Pari Visuddhe
Prati-nivartaya Ayuh Suddhe
Samaya Adhisthite
Mani Mani Maha Mani
Tathata Bhuta-koti Parisuddhe
Visphuta Buddhi Suddhe
Jaya Jaya Vijaya Vijaya
Smara Smara Sarva Buddha Adhisthita Suddhe
Vajri Vajragarbhe Vajram Bhavatu Mama Sariram
Sarva Sattvanam Ca Kaya Pari Visuddhe
Sarva Gati Parisuddhe
Sarva Tathagata Sinca Me Samasvasayantu
Sarva Tathagata Samasvasa Adhisthite
Buddhya Buddhya Vibuddhya Vibuddhya
Bodhaya Bodhaya Vibodhaya Vibodhaya Samanta Parisuddhe
Sarva Tathagata Hrdaya Adhisthanadhisthita Maha-mudre Svaha .

domingo, 20 de abril de 2014

As proximidades do Fim





Ensaios – Filosofia Negativa


Partindo do pressuposto universal de que existir é sofrimento, não só de acordo com tradições místico-espirituais, mas, também, segundo várias correntes filosóficas, a única coisa que nos caberia fazer, a fim de transcendermos esta mísera condição, portanto, seria uma superação de nós mesmos enquanto seres circunstanciados no tempo-espaço.

Todavia, para que isso pudesse ocorrer, antes, então, teríamos de compreender e superar o que fosse a nossa mente, ou, os condicionantes de nossa situação histórica diante da matrix ilusória que nos perfaz e impulsiona indefinidamente para “frente” no tempo.

Daí que, para este feito absolutamente raro e impreciso, antes, ainda, por sua vez, precisaríamos nos aprofundar, esmiuçar, compreender e superar todos os múltiplos constrangimentos sobre nós daquilo o que ordinariamente denominamos por linguagem; esta que, por certo, é parte indissociável das condicionantes de nossa consciência.

Isto dito, por conseguinte, nos levaria adiante para a seguinte etapa-problema de nossa miserável situação humana vulgar, esta mesma do existir enquanto constructo, seja ela com ou sem um qualquer propósito bem definido. Precisaríamos, ainda, incluir em nossas “equações” de liberação, também o componente cultural arquetípico de toda a sociedade.

Ora, se diante deste todo, no que tange uma manifestação individual desta dimensão, nossa unívoca singularidade é pois obstruída por estes elementos sequenciais correlatos, desse modo, caberia a nós, em último instância, ultrapassarmos a própria impermanência interdependente de todas as coisas, incluindo os próprios conteúdos intersubjetivos das aparências universais.

Isso dito, cabe-nos dizer que tal método equivaleria ao atingimento da mais completa escuridão interna auto absorvente de que se possa imaginar, tal qual o mais maciço buraco-negro já conhecido, configurando-se a si mesmo no maior de todos os paradoxos , o qual, de si próprio, é todo colapso espaço-temporal e ao mesmo tempo, gerador de luzes criadoras por sua inconcebível natureza não intermitente.


Leonardo la Janz, 20/04/14

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Positividade - Totequin






Contato:
bandatotequin@gmail.com


Positividade


Todo santo dia eu absorvo toda a energia
Transmitida pelo sol (transmitida pelo sol)
Porque é a positividade o que me mantém vivo nessa cidade
Porque é a positividade o que nos mantém vivos nessa cidade

Onde os olhos de uma criança (onde os olhos de uma criança)
Já enxergam toda a maldade

Mas quando a chuva cai de repente
Ela carrega seu passado e te deixa só o presente
E tudo que estava em seu alcance agora está muito distante
Mas não descanse
E tudo que estava em seu alcance agora está muito distante
É hora da revanche


Positividade nas ruas da cidade
Positividade transformada em melodia
Positividade transmitida te invade
Positividade é o que me guia

Rumo ao futuro, paz é o que eu procuro
E o pensamento me ilumina, iluminando o escuro
E me mantendo puro
Eu juro que vou permanecer seguro
E as minhas idéias são que me mantém
Rumo ao futuro, paz é o que eu procuro
E o pensamento me ilumina, iluminando o escuro
E me mantendo puro
Eu juro que vou permanecer seguro
E as minhas idéias são que me mantém na


Positividade nas ruas da cidade
Positividade transformada em melodia
Positividade transmitida te invade
Positividade é o que me guia

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

The Sacred Mul Mantra


"The Mul Mantra translates as the root mantra from which a true spiritual foundation is built. The Siri Guru Granth Sahib is based upon the concepts of the Mul Mantra."
Snatam Kaur

"The Mul Mantra is a fate killer. It removes the fate and changes the destiny Completely." Yogi Bhajan.





Ek Ong Kar
Sat Nam
Kartaa Purkh Nirbhao Nirvair

Akaal Moorat
Ajoonee, Saibhang, Gur Prasaad

Aad Sach, Jugaad Sach
Hai Bhee Sach, Nanak Hosee Bhee Sach
Nanak Hosee Bhee Sach

Ek Ong Kar
Sat Nam
Kartaa Purkh Nirbhao Nirvair

Akaal Moorat
Ajoonee, Saibhang Gur Prasaad

Aad Sach, Jugaad Sach
Hai Bhee Sach, Nanak Hosee Bhee Sach
Nanak Hosee Bhee Sach


Osho translates the Mul Mantra as such:

"He is the One, the supreme truth. He is the all creator, beyond fear, beyond rancor. He is the timeless form, never born, self-creating. He is attained by the guru's grace. He was truth before the ages and as time ran its course. Nanak says, it's the eternal truth and forever will be."