
Tudo está em constante transformação...
A transformação é constante em tudo...
O medo da transformação é o medo de crescer...
O medo de crescer é o medo da perda...
E o medo da perda é a ilusão da posse.
A ilusão da posse vem da sensação de carência...
Sendo que a carência nunca se termina... Tudo muda sempre...
A carência, ao buscar recursos para se auto-aliviar, sejam eles materiais ou emocionais, frustra-se com muita frequencia. Aí vem a dor... A dor que é o principal agente de mudança.
Nada temos pois que somos um constante mudar... O apego as coisas materiais, as pessoas, á certos tipos de emoções, de prazeres, traz-nos constantemente a dor da perda; perda daquilo que achávamos que nos pertencia, mas que, na verdade, nunca nos pertenceu... Pois que nada, absolutamente nada pertence á ninguém. Tudo é e só é... Todos vivem e fluem neste todo. O todo está em todos mas não pertence á ninguém...
As ilusões são muitas no nível mais comum da existência...
As dores também o são e tem a única função de lembrar a todos do constante crescer, do constante mudar... É preciso soltar aquilo que temos para que sejamos mais e mais livres...
Para que possamos viver mais profundamente a divina vida que flui em nós... É preciso soltar-nos de tudo... De nossos conceitos rígidos, de nossas auto-imagens (tanto bonas quanto ruins) para que assim possamos fluir como pássaros livres que alçam voô em direção ao sol...
Mudar sempre mudar – isso é crescer.
Deixar as mudanças naturais nos conduzirem – isso é aceitar o crescimento...
Soltar... Amolecer... Flexibilizar... Eis a receita para a Paz.
Zanatron.







