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quarta-feira, 12 de novembro de 2008

De nossa auto-extinção

Do real conhecimento á loucura máxima não existe muito espaço, momento em que todo e cada um tem de fazer a sua opção...

Para as mentes mais sensíveis da contemporaneidade, é impossível conviver e então guiar-se por essa contradição escandalosa...

E é precisamente por essa razão que esta é uma geração de loucos e transviados de toda a sorte e de todos os matizes...

A verdade de nossa atual natureza estúpida e virulenta hoje está mais do que escancarada por todos os lugares do mundo...

E não obstante sejamos a civilização do conhecimento, a cada dia e nós continuamos com nossa inacreditável e crescente autofagia...

Com nosso antiquado sistema mental de uma infinitude linear, sugamos o corpo da terra diariamente e assim debilitamos a nós próprios...

Á maneira de incontroláveis parasitas, cada parte e cada ser que matamos em Gaia e mais degeneramos o nosso mental...

Nossa doença coletiva já é tal que a maioria de nós comete suicídio num automatismo jamais visto em todos os tempos...

Consciências e mais consciências se embotam uma após a outra quando percebem a verdade daquilo que são perante a vida...

O movimento atual das almas é por demais tenebroso... De um lado nos tornamos parasitas do podre quando não levas de suicidas...

Como pois se manter um verdadeiro humano quando não há qualquer espaço para o respeito ao natural de que dependemos?

Como podemos reverter esse ingênuo plano de auto-extinção por nós mesmos elaborado quando de nossa semi-consciência?

Como fazer para que não nos quedemos em entidades depressivo-esquizofrênicas quando nos sabemos o problema?

Como conseguimos sair dessa redoma em que nos auto-colocamos para colaborarmos então com a vida e não com a morte?

Como. Minha mente já muito doente me diz que hoje, muito mais importante do que nos perdermos em porquês, é sabermos do como.


Leonardo Janz.

Um comentário:

  1. Boa, irmão!
    Continue com as suas reflexões, estou te acompanhando daqui!

    Grande abraço!

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