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quinta-feira, 16 de abril de 2009

Não desista nunca


Como diz a famosa assertiva: “desistir nunca; render-se, jamais”, essa deve ser a nossa perspectiva antes os muitos desafios que a vida constantemente nos coloca...

O fato de ainda não exergamos corretamente dificulta de sobremaneira o nosso caminhar. Na maioria das vezes, perseguimos delírios e fantasias impelidos por fantasmas e alucinações que nos são bastante próprios – típícos de mentes iludidas...

Porém, quando olhamos com mais profundidade, podemos sim vislumbrar a verdade daquilo que é, e que, por conseguinte, do mesmo não se pode dizer...

Falar sobre a verdade ou sobre a realidade não significa que as vivenciemos. Como é sabido, existe um abismo colossal entre a pratica e o discurso, entre a vivência e a teoria...

Ademais, a própria teoria, no mais das vezes, não pode ser tomada como referencial para a jornada. O quanto mais embasados estivermos, no sentido de orientados por este ou por aquele mestre, guru, professor ou indíviduo, tanto maior será nossa possibilidade de, no final, nos decepcionarmos com a chegada em lugar nenhum...

A grande máxima nos adverte: “há uma enorme diferença entre saber o caminho e percorrer o caminho”. Todavia, que caminho viria a ser este, o tal caminho da bem-aventurança e da felicidade sem jaça? É de se pensar se realmente existe algo como auto-realização...

Muitos acreditam que não. Que estamos predestinados a sofrer indefinidamente para que, no fianl, tudo só culmine com um dor ainda maior – a dor da morte...

No entanto, que sentido poderia haver na vida se este fosse o nosso derradeiro fim? Sabendo-se de antemão que na natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma, seria lógico julgar que nos converteríamos em nada?

Não. Por certo isso não nos parece nada sensato. Logo, há que se ter um sentido maior para nossas existencias, que, por extensão, não pode igualmente ter sido reservada a um sofrimento infinito...

Eis portanto a grande busca, o grande caminho que todos nós deveremos percorrer, mais cedo ou mais tarde – o caminho da liberdade que nos livra do sofrimento...

E isto implica, finalmente, em algo ainda mais importante, de sorte que, somente o conceito de liberdade é algo completamente vago. O caminho da liberdade, pois, não pode ser atingido senão pela senda das virtudes...

Portanto, o grande desafio que nos cabe, a todos, é sem dúvida este acima exposto. A não ser pela pratica das virtudes e não se adentra o caminho do real em direção a liberdade do ser.


L. Janz – 16/04/09

Um comentário:

  1. A felicidade não é a paz, mas a busca por ela. Liberdade é fazer o que se quer; é querer escolher o caminho para fazer o que é certo para nós. O nosso certo é sempre diferente do certo do outro. A certeza que vencerá essa batalha campal é a que permitir que as coisas se estabilizem construtivamente, ou seja, o crescimento progressivo e não o crescimento da destruição. A certeza das coisas que duram sem provocar remorsos, sem que tenhamos medo de causar danos a quem quer que seja, seja um presidente ou uma formiga-doceira.

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