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domingo, 20 de março de 2016

Os 4 Pensamentos que Transformam a Mente


Fonte: Meu Caminho Tibetano
Ref1: Centro de Estudos Bodisatva
Ref2: Monja Coen Roshi



Um dos ensinamentos mais básicos do Budismo está para os 4 pensamentos que transformam a mente. Ou seja, eles servem como profundas reflexões sobre a nossa condição humana normal, e dessa maneira, eles nos “forçam” a reconhecer a trivialidade da vida centrada em objetivos externos. Então, de maneira interrelacionada, temos os seguintes conceitos:


1) Do sofrimento: toda e qualquer existência (neste nosso plano físico) é constantemente permeada por dores, aflições e sofrimentos, independentemente de quais sejam as criaturas e suas condições de vida. Não há nada que façamos, do ponto de vista intelecto-material, que possa extinguir essa dinâmica (existente desde tempos imemoriais). Assim, é de ultra importância que não demoremos em descobrir e superar as suas verdadeiras causas.

2) Da vida humana preciosa: temos o nosso presente surgimento numa condição extraordinária (que é a forma humana – com inteligência, discernimento e meios hábeis). Poderia não ter sido assim. Logo, dado que não sabemos quando, eventualmente, de novo obteremos esta condição, é melhor que não desperdicemos esta maravilhosa oportunidade para desobstruir as nossas mentes; isso, em favor de nós mesmos e de todos os demais.

3) Da impermanência: todas as coisas desse nosso plano (o samsara) são bastante transitórias. Muito rapidamente, alegrias se convertem em tristezas e prazeres se transformam em situações dolorosas. Emoções, pessoas, bens, coisas e títulos; tudo nos chega e tudo se esvai muito depressa - inclusive nossa juventude e nossa beleza. Diante disso, sabendo que tudo que é do tempo sempre se dissolve, buscamos a liberação, então superando em nós mesmos a velhice e a morte.

4) Da causalidade (o conceito de carma): cientes de que tudo que existe (tudo aquilo que emerge, no mundo e em nós próprios) é fruto de uma extensa cadeia de causas e condições (geralmente, de natureza negativa) procuramos reorientar as nossas mentes no sentido de pensamentos e atitudes positivas. Assim, se plantamos e regamos em nós boas sementes, colhemos bons frutos, nesta e em outras vidas. Já se, pelo contrário, seguimos agindo e pensando de modo inconsciente (desatentos para aquilo que semeamos dentro de nós) então, só poderemos receber coisas ruins.

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Dessas reflexões é que brota nossa principal motivação em nos aprofundar e efetivamente engajarmo-nos na prática do Dharma (ele que é tido como a lei universal, ou ainda, o sublime conjunto de ensinamentos de Buda [o iluminado]). Para tanto, basta que nos aproximemos de seus textos oficiais, de um centro de meditação ou mesmo de uma sangha (palavra esta que se refere a uma comunidade de legítimos estudiosos e praticantes do caminho). *Dúvidas, auxílios, críticas, recomendações e/ou elogios, favor contatar-nos pelo seguinte e-mail: lunamo_san@gmail.com.

Nossa sincera gratidão a todos os legítimos mestres que transmitem esta mensagem. E que possam estes preciosos ensinamentos se ampliar continuamente para benefício de todos os seres. Gasshô.

2 comentários:

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